Fim da Era Amarelinha: Manaus Apresenta Frota Ecológica e Tecnológica para o Transporte Complementar

A paisagem do transporte público complementar de Manaus está passando por uma metamorfose crucial. A Prefeitura da capital amazonense formalizou, nesta semana, a revelação do modelo que irá suceder os icônicos “Amarelinhos”, micro-ônibus que por décadas serviram majoritariamente as regiões mais densas, especialmente nas zonas Norte e Leste. O novo veículo, batizado de Attack 8 Urbano, foi exposto ao público durante um evento realizado no estacionamento adjacente ao Parque Amazonino Mendes, localizado no bairro Novo Aleixo. Distinguível pela sua nova e vibrante cor azul, a chegada desta frota marca não apenas uma alteração estética, mas um salto qualitativo na infraestrutura de mobilidade alternativa da metrópole.

O Attack 8 Urbano não representa apenas uma mudança de carroceria; ele incorpora padrões de excelência técnica exigidos pela modernidade e pelo conforto dos usuários. Projetado para otimizar o fluxo de passageiros, o micro-ônibus oferece acomodação para 24 pessoas sentadas, além de espaço vertical para acomodar até 10 usuários em pé. O conforto térmico é garantido pela inclusão de um robusto sistema de climatização, e a acessibilidade universal é assegurada por um elevador específico para cadeirantes. Contudo, o ponto nevrálgico dessa inovação reside em seu motor, equipado com a especificação Euro 6. Segundo o prefeito David Almeida, essa escolha tecnológica é um pilar da responsabilidade ecológica do município. O chefe do executivo municipal destacou que o novo padrão reduz em 75% a emissão de poluentes em comparação com os modelos obsoletos predecessores. “Com esta transição, evitamos a liberação de dezenas de milhares de toneladas de dióxido de carbono na atmosfera, contribuindo diretamente para um ambiente mais limpo e saudável para os manauaras”, afirmou Almeida, sublinhando o impacto ambiental positivo da renovação.

Para garantir que a modernização da frota se traduza em melhoria efetiva para o cidadão, o Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (IMMU) ficará encarregado de redefinir integralmente as rotas do sistema complementar. A diretriz central do IMMU é otimizar a logística do serviço, priorizando a segurança dos usuários, a eficiência operacional e, fundamentalmente, a diminuição drástica do tempo de espera nos pontos. A meta estratégica da administração municipal é clara: promover a integração plena desse serviço alternativo com o sistema de transporte coletivo principal da cidade. Essa harmonização visa não apenas renovar os automóveis, mas reestruturar a forma como o transporte complementar se encaixa na malha urbana de Manaus, prometendo maior fluidez e confiabilidade para a população que depende diariamente dessas linhas.


Fonte: g1 > Amazonas

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