Tragédia Clandestina: Adolescente de 17 Anos Morre Após Disparo em Reunião de Amigos com Arma de Fogo em Macapá

Uma fatalidade interrompeu a madrugada deste sábado (25) no Bairro Santa Inês, na capital amapaense. Um jovem de apenas 17 anos foi atingido por um projétil na região torácica, vindo a falecer pouco tempo depois. De acordo com informações preliminares levantadas pela Polícia Militar (PM) do Amapá, o incidente ocorreu no interior da residência da vítima, em seu próprio quarto, enquanto ele e dois colegas manuseavam ilegalmente uma arma de fogo. O desfecho trágico mobilizou a família e, apesar da rápida tentativa de socorro, a vida do adolescente foi ceifada de forma abrupta.

Imediatamente após o estrondo, o menor foi transportado às pressas pelo próprio irmão até o Hospital de Emergências (HE) de Macapá. Contudo, apesar do esforço e da agilidade no atendimento, o ferimento revelou-se fatal, sendo o óbito confirmado pela equipe médica pouco tempo depois. Ao ser abordado pelas autoridades que atenderam a ocorrência, o familiar da vítima prestou esclarecimentos cruciais. Ele não apenas confirmou a sequência dos eventos, mas também assumiu ser o proprietário do armamento envolvido na tragédia. Segundo o relato, os dois amigos estavam presentes no momento crítico, e a autoria do disparo – que vitimou fatalmente o jovem – ainda precisa ser determinada entre os adolescentes que participavam da reunião.

Diante das declarações do irmão, as equipes policiais o acompanharam até a residência onde o evento aconteceu para dar prosseguimento à investigação. No local, o proprietário entregou a arma de fogo de forma voluntária às autoridades, um passo fundamental para o início da perícia técnica. Posteriormente, ele foi conduzido ao Centro Integrado de Operações em Segurança Pública (Ciosp) do bairro Pacoval, onde formalizou seu depoimento e prestou todos os esclarecimentos necessários para auxiliar na elucidação dos fatos. O caso está agora sob rigorosa investigação da Polícia Civil, que busca determinar as circunstâncias exatas do disparo e qual dos menores presentes foi o responsável por acionar o gatilho. A análise pericial será crucial para definir a tipificação do crime, que poderá variar entre homicídio culposo, porte ilegal ou omissão de cautela, alertando sobre os riscos inerentes à posse e manuseio indevido de armamentos em ambientes domésticos, especialmente na presença de menores.


Fonte: g1 > Amapá

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